Visões Sobre Duas Rodas: Termodinâmica

Oct 27th, 2015 | By | Category: Divulgação, Engenharia & Estudos, Livros, Mais Destaques, Posts


Esta semana está sendo muito legal por duas razões. Primeiro porque, daqui a pouco, teremos o lançamento do primeiro capítulo do ‘Visões Sobre Duas Rodas’. Segundo porque ontem foi a 10.000a curtida na fanpage do Equilíbrio em Duas Rodas. Por isso, aproveitando este momento, me darei o direito de ser autocomemorativo ao contar um pouco sobre esses projetos. Mas, se você, com toda justiça, está querendo ir direto para a página de download, pode ir correndo. Fico contente do mesmo jeito.

Visões Sobre Duas Rodas

Capa do ‘Visão Sobre Duas Rodas’, com ajuda da Renata Nunes.

VISÕES SOBRE DUAS RODAS é uma coleção de textos que serão publicados eletronicamente ao longo dos próximos anos. Já tenho três volumes programados: “Vol.1: Uma Visão Técnica”, “Vol.2: Uma Visão Pessoal”, e “Vol.3 Uma Visão Acadêmica”. Embora os títulos sejam bastante pretenciosos, a ideia não é escrever nenhuma referência na área, nem mesmo algo abrangente. Estes textos nada mais são que a organização do que estou fazendo no momento – parte sozinho, e parte com colegas e estudantes. Então, por exemplo, não teremos nada sobre medição de poluentes em motores, modelos avançados de tráfego, recortes socioeconômicos de motoboys, ou projeto estrutural de quadros. Muito embora nada impeça que esses tópicos apareçam no futuro caso comecemos a nos concentrar nesses fenômenos, ou, então, caso alguém queira colaborar com algum capítulo específico.

No primeiro volume, UMA VISÃO TÉCNICA, estou reunindo algumas aplicações e exemplos das disciplinas que ministro na UFPE. Por exemplo, o Capítulo 1, TERMODINÂMICA, está sendo escrito para ajudar em duas aulas na disciplina “Termodinâmica Aplicada” (grad). Da mesma forma, o Capítulo 2, ESTUDOS PARAMÉTRICOS E OTIMIZAÇÃO, será usado em três ou quatro aulas de “Projeto de Sistemas Térmicos” (grad) e também em “Otimização de Sistemas Térmicos” (pós); o Capítulo 3, PROPULSÃO E DINÂMICA, em “Engenharia da Motocicleta” (grad); o Capítulo 4, TRÁFEGO, em “Propulsão de Bicicletas e Motocicletas” (pós); e o Capítulo 5, CONSIDERAÇÕES TÉCNICAS GERAIS, em “Estudos Sobre Bicicletas e Motocicletas” (pós).

As outras duas partes da coleção, diferentemente, não são voltadas para a graduação. UMA VISÃO PESSOAL será uma coletânea revisada, aumentada e editada do que já venho escrevendo aqui website Equilíbrio em Duas Rodas desde 2007, onde, como vocês sabem, o mundo das motos e das bicicletas é visto, digamos, de um ponto de vista bastante particular. A terceira parte, UMA VISÃO ACADÊMICA, reunirá os estudos que tenho realizado ultimamente – tanto os estudos técnicos, com a participação de colegas, estudantes de graduação e de pós-graduação, quanto os estudos mais gerais, que vão além da engenharia mecânica, incluindo acidentes, indústria, cultura, mercado, história, trabalho, tecnologia, arte, política, organização social e por aí vai.

Pretendo terminar o primeiro volume no final de 2016, o segundo em 2017 e o terceiro em 2018. Os capítulos não serão necessariamente publicados na ordem da coleção, mas sim conforme forem ficando prontos. Acompanhe os lançamentos aqui no website e na fanpage do Equilíbrio em Duas Rodas. Fique à vontade para fazer o download e usar como quiser. Só peço que cite a fonte.

Valor Acadêmico


Falando mal do Qualis e do Lattes, como se eu não fizesse parte desse sistema.

Agora um pouco de chororô, pois, para falar a verdade, é meio frustrante que a universidade não valorize um trabalho como esse primeiro capítulo do Visões Sobre Duas Rodas. Mas, antes de começar a fazer as minhas críticas, quero deixar muito claro que essa é uma falha do nosso coletivo, da nossa incapacidade, da nossa miopia. É uma falha de todos nós. Não é culpa de um dirigente ou de um regulamento, mas da nossa cultura, da nossa política interna e da submissão acrítica que decidimos aceitar em relação aos agentes externos de financiamento.

Parte da minha atividade como acadêmico é bem tradicional: aulas na graduação e na pós; orientações de estudantes de iniciação científica, trabalho de conclusão de curso de graduação, mestrado e doutorado; modelagem computacional de problemas de engenharia (envolvendo sistemas de cogeração, motores, bicicletas e motos); publicação de artigos científicos; e trabalhos administrativos, como análise de processos e participação em reuniões. Essa parte é bem quantificada: quantos artigos publicados, quantas horas em sala de aula, quantos projetos aprovados e por aí vai. Tudo isso é registrado em um tal de RAAD (Relatório de Anual de Atividades Docentes, da UFPE) e em um tal de Lattes (sistema de currículos de pesquisadores atuando no Brasil, do CNPq). Nada mais justo, pois é preciso avaliar o que fazemos na universidade.

Outra parte da minha vida acadêmica poderia ser enquadrada como não-tradicional. Envolve os estudos que realizo fora da minha área de formação; os textos que desenvolvo para o website e para a fanpage do Equilíbrio em Duas Rodas; e as experiências que tenho pilotando minha moto no tráfego, pedalando minha bicicleta pelas ruas, e conversando com os outros motoqueiros e bicicleteiros pela cidade. Essas atividades certamente me enriquecem como professor e pesquisador, mas, por misturarem um lado pessoal com um profissional, um lado lúdico com um lado científico, e por ultrapassarem os limites da engenharia mecânica, não são valorizados como atividades profissionais pela universidade.

Agora, mesmo as atividades que são consideradas pela universidade não são devidamente qualificadas. Por exemplo, eles medem o número de horas em que você fica na sala de aula, mas não o tempo que dedicou a criar um pensamento novo. Eles medem o número de artigos que você publicou, mas não a originalidade neles contida. Eles medem quanto de dinheiro que você trouxe para a universidade, mas não se preocupam muito em como o dinheiro foi usado. Eles medem quantas disciplinas você ofertou, mas não levam em conta se você foi um bom professor ou não. Eles medem em quantas reuniões você participou, mas não a qualidade das suas posições políticas ou se você é capaz de usar o seu conhecimento acadêmico específico para o progresso das ações que serão tomadas.

Talvez a única tentativa mais séria de qualificar o trabalho do professor seja um tal de Qualis, uma lista do governo que classifica a produção intelectual. Basicamente, eles fazem umas contas para ver se tal jornal acadêmico é mais ou menos relevante que um outro jornal acadêmico – e, dessa forma, tentam avaliar se a publicação de um professor é mais ou menos importante. Há quatro tipos de críticas em relação a esse sistema. O primeiro é se esse sistema tem realmente a capacidade de classificar bem os jornais. O segundo é como qualificar um artigo específico – quer dizer, talvez um professor tenha publicado um artigo importante em um jornal considerando desimportante. Terceiro, que esse sistema acaba incentivando que os professores publiquem qualquer coisa, inclusive, às vezes, pedindo para ter o seu nome incluído no trabalho de outro professor, ou então publicando quase a mesma coisa que no seu último artigo, com apenas uma mudancinha aqui outra acolá. Quarto (essa crítica é injusta para o Qualis) é que, por ser a única tentativa séria de tentar qualificar o trabalho dos professores, acaba sendo levado mais a sério do que deveria – como se toda a qualidade dos professores pudesse ser medida por uma lista (duvidosa?) de jornais relevantes.

O problema é que as universidades (NÓS!), por preguiça e incompetência, acabam usando o Qualis como a única régua para valorizar os professores. Por essa métrica, o que importa é quantas vezes você publicou e onde você publicou. Não importa se você dá aula direito, não importa se você tem ideias originais, não importa se você tem a coragem de inovar o pensamento, não importa se você fala algo direto para a comunidade externa, não importa se você pensa fora da caixa, não importa o seu conhecimento. O Qualis e o Lattes, portanto, embora tenham boas intenções, acabam criando um deserto de ideias (é mais fácil publicar ideias antigas) e uma grande muralha que dificulta atividades alternativas (se só as publicações valem alguma coisa, por que os professores fariam algo diferente?).

“As florestas plantadas no deserto do qualis trarão a grandeza necessária para destruir as muralhas do lattes”.

Eu não estou limpo nessa parada. Por exemplo, há alguns anos atrás eu participei de uma comissão que sugeriu usar o Qualis como métrica para avaliar os professores do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Mecânica da UFPE – do qual faço parte. Tínhamos três objetivos: nos manter na CAPES (é fundamental ter uma boa nota para ter a autorização para orientar na pós-graduação), “prestígio” (tanto para receber verbas para pesquisa quanto para nos sentirmos valorizados pelos nossos pares) e incentivar os professores e estudantes a publicarem o que já estavam mesmo fazendo. Isso porque, muitas vezes, fazemos toda a pesquisa, mas no final, ao invés de pararmos para publicar os achados, pulamos rapidinho para uma outra pesquisa instigante. Por isso seria interessante, pensamos, um certo estímulo para forçar os professores e estudantes a publicarem suas pesquisas. Mas nosso plano deu errado. Ao usarmos o Qualis como régua para um professor se manter no programa, o que aconteceu foi que, ao invés de aumentarmos as publicações, vários professores foram simplesmente desligados do programa. Pior: nossa nota ficou a mesma. O tiro saiu pela culatra – ao invés de melhorarmos o programa, nós o pioramos.

No primeiro capítulo do Visões Sobre Duas Rodas, eu falo muito sobre a importância das métricas. Se a sua métrica for o consumo energético, você vai chegar à conclusão que um veículo elétrico é a melhor opção, se a métrica for a velocidade então vai ser a moto, se a métrica for o conforto térmico, um carro, se a métrica for o custo de aquisição, a bicicleta. Quer dizer, a solução para um problema (Qual o melhor veículo? Qual o melhor professor?) depende da métrica de avaliação. Se a sua métrica privilegia a potência do veículo, você não vai avaliar bem uma bicicleta. No caso dos professores é a mesma coisa. Nossa métrica tem sido o número de publicações. Se a métrica não leva em conta a qualidade de ensino, você não vai avaliar bem um professor que tem boa qualidade em sala de aula. Se a métrica não leva em conta a originalidade do pensamento, você não vai avaliar bem um professor que pensa coisas novas. Simples assim.

Agora, se as métricas que temos usado para avaliar os professores são ruins, como viver sem elas? Retirar qualquer tipo de métrica seria a solução ou simplesmente desestimularia todo mundo? É, parece que é preciso algum tipo de reconhecimento. O problema é que, se propomos métricas nacionais, perdemos a capacidade de avaliar as especifidades locais. Se propomos métricas locais, engessamos o trabalho dos professores aos interesses de seus colegas. Se valorizamos demais o número de publicações, podemos matar a originalidade. Se valorizamos demais a originalidade, podemos matar a relevância. No fim, até acho que o CNPq e a CAPES podem estar certos em ter métricas numéricas gerais (Lattes e Qualis). Afinal, o trabalho deles é gerir o dinheiro público, não pensar. A minha crítica principal vai a nós mesmos aqui da universidade, que não conseguimos criar um sistema local mais completo que o simplório Lattes/Qualis, um sistema numérico ou não que leve em conta a qualidade do ensino, a originalidade da pesquisa e o estofo intelectual do professor.

Bem… falei sobre tudo isso neste texto meio que para justificar como é cansativo escrever todo um capítulo do Visões Sobre Duas Rodas para depois não vê-lo considerado pela universidade como uma atividade importante. Para a universidade (eu também faço parte desse sistema que critico!), se você inova em uma disciplina ou se fica na mesma, tanto faz; se você cria o material da disciplina ou se usa material já pronto, tanto faz; se você traz conhecimento que desenvolve em suas pesquisas para as disciplinas ou se só repete o que está no livro texto, tanto faz. Bem… eu vou continuar realizando as minhas atividades “não-tradicionais” e “desimportantes” do mesmo jeito, pois tenho a tendência de achar a minha opinião sobre mim mesmo bem mais importante que a opinião da CAPES ou do CNPq. No entanto, não nego que seria legal trabalhar em um local onde essas atividades fossem minimamente valorizadas, e no qual eu tivesse mais tempo para realizá-las.

Eu Nasci Há 10.000 Anos Atrás


Banner comemorativo para as 10.000 curtidas.

Como eu disse lá no início, ontem a 10.000a pessoa curtiu a fanpage do Equilíbrio em Duas Rodas. Segue abaixo o texto que publiquei em agradecimento.

“10.000 curtidas! Quem diria! Obrigado a todos vocês que gostam de motos, bicicletas e livros, e que têm a tolerância com a minha ranzinzice, e que têm a generosidade com as minhas ideias malucas sobre o mundo das duas rodas, mundo que costumo chamar de MBL: motoqueirismo, bicicletismo e livrismo.

O ‘EQUILÍBRIO EM DUAS RODAS’ é um projeto pessoal nascido em 2007, no qual registro meus estudos, viagens, pesquisas e aulas na UFPE, impressões, opiniões e também o meu cotidiano sobre duas rodas. Acho que o diferencial para outros websites sobre motos, bicicletas e livros é a visão. Uma visão nem melhor nem pior que a de ninguém, mas certamente uma visão diferente. Tento mesclar os olhares de escritor de araque com o de professor mediano, mas, principalmente, tento sempre usar o olhar de um indivíduo comum que roda pela cidade. Afinal, nada sou além disso.

Tenho uma moto, três bicicletas e uma biblioteca com quase 500 livros sobre duas rodas (e mais uns 1.000 sobre outros assuntos), tenho rodado bem menos do que gostaria, e tenho estudado bem mais do que deveria. Mas isso é fase. Daqui aqui a pouco o pêndulo volta para o outro extremo.

Por falar nisso, e roubando um texto que publiquei outro dia, ‘EQUILÍBRIO EM DUAS RODAS’ – o nome desta bodega –, não significa de jeito algum que eu defenda o equilíbrio, que eu busque o equilíbrio ou que eu seja equilibrado. Muito pelo contrário. O equilíbrio sobre duas rodas só é possível por alguns momentos, e desde que você esteja em movimento. O equilíbrio em duas rodas é apenas uma ilusão, assim como são todas as certezas desta vida. O nome do website é, então, uma homenagem à vida: que não é segura, que não é certa e que não é estática; mas que, de um jeito ou de outro, oscilando para cá e para lá, sempre dá um jeito de ir para frente.

O projeto ‘EQUILÍBRIO EM DUAS RODAS’ é composto por um website, com textos consolidados, e uma fanpage, com drops quase que diários. Por coincidência, essas 10.000 curtidas na fanpage estão ocorrendo simultaneamente com o lançamento do subprojeto “VISÕES SOBRE DUAS RODAS’, uma coleção de textos que já tem três volumes programados: “Vol.1: Uma Visão Técnica”, “Vol.2: Uma Visão Pessoal”, e “Vol.3 Uma Visão Acadêmica”.

Hoje à noite (27.10.2015) vai ser publicado eletronicamente o primeiro capítulo do primeiro volume: Termodinâmica, com 52 páginas. Fiquem à vontade para fazer o download. Os outros textos sairão ao longo dos próximos três anos.

É isso. Para os 10.000 que já acompanham o ‘EQUILÍBRIO EM DUAS RODAS’, muito obrigado pela companhia. Para os que estão conhecendo agora, fiquem à vontade para bisbilhotar no website (www.fabiomagnani.com) e na fanpage (www.facebook.com/motomagnani). Uma boa semana a todos.”


Gostei tanto do banner, que engloba o livrismo, o bicicletismo e o motoqueirismo, que vou guardar para outras ocasiões (agora sem a numeração).

Bastidores

Levei umas três semanas para escrever o primeiro capítulo do Visões Sobre Duas Rodas. Isso envolveu organizar as informações que iriam em cada capítulo, programar as planilhas, formatar figuras/equações/tabelas, escrever o texto, revisar e promover. Creio que foram umas 80 horas intensas.

A maior dificuldade não foi bem fazer as coisas, mas em não fazer. Foi restringir o que eu escrevia, pois sempre dá vontade de aprofundar um pouco mais (esquecendo que o leitor está vendo aquilo pela primeira vez, e que o objetivo é que ele entenda algo, não ficar mostrando o pouco que sei), e sempre dá vontade de estender um pouco mais (esquecendo que terei três volumes inteiros para falar de tudo que der vontade).

O segredo para aguentar essas amarras autoimpostas (neste caso falar só de Termodinâmica Aplicada) foi imergir sempre que possível no mundo das duas rodas. Fácil, foi só lembrar de fazer o que faço o tempo todo: folhear os livros da minha biblioteca, sair de moto para tomar uma água de coco na praia, compartilhar as fases mais difíceis com os amigos das redes sociais, assistir filmes, jogar videogame com o filho. Sempre com bicicleta ou moto no meio.


Compartilhamento do processo de revisão nas redes sociais.

 


Eterno flerte com a minha biblioteca.

 


Passeio para relaxar a cabeça.

 


Todo o processo paralelo à escrita: um pouco de vento no moleira, graphic novel com um sonhador cavaleiro motoqueiro (“The Reason for Dragons”), videogame de um dublê maluco (“Joe Danger”), filme com moto na Índia (“Rockstar”), troca dos livros pela moto quando o sono batia tarde da noite só para claro voltar de moto no outro dia de manhã para o meio dos livros companheiros, pedalada na beira-mar (foto do início do ano que coloquei aqui só para parecer maneiro – não tiro fotos quando pedalo), um café para ficar acordado e um anime japonês muito doido que se passa no Brasil contando a história de duas motoqueiras valentes (Michiko & Hatchin).

10 Comments to “Visões Sobre Duas Rodas: Termodinâmica”

  1. Carlos Eduardo says:

    Olá, Fábio:
    Não poderei comparecer, mas vou acompanhando por aqui.
    Sucesso!

  2. magnani says:

    Oi Carlos, não tem nenhum lançamento físico. É só este eletrônico mesmo. Aproveite o texto. Abraço.

  3. Marcelo Alexandre says:

    Olá Professor,
    parabéns pela iniciativa, dei uma primeira lida bem rápida no capítulo 1 e gostei muito da linguagem que está escrita.
    Logo mais lerei cuidadosamente mas já fiquei ansioso pelos próximos capítulos.

  4. magnani says:

    Valeu Marecelo. Só não dá para ir mais rápido porque para a universidade esse tipo de trabalho não tem muito valor, então não sobra muito tempo. O Volume 1 completo deve sair até o final do ano que vem. Abraço.

  5. Tarcisio Salgado says:

    É admirável quando você se inclui na critica.
    Isso só te engrandece.
    Parabéns pelo excelente trabalho, não só como acadêmico mas também como pessoa.

    Professor, te desejo mais desafios, para que no final, tenhas orgulho de dizer:
    “Eu superei desafios em busca de um sonho”

    Um forte abraço

  6. Edi says:

    Olá professor Fábio, tudo bem ?

    Parabéns pelo excelente trabalho. Gostei bastante, principalmente por fugir da chatice tradicional contida no rigor (ou pseudo-rigor) dos periódicos científicos. Acho que trazer uma linguagem mais agradável e ao mesmo tempo mais critica, como vista no site, é muito legal.

    No ultimo paragrafo vc disse que poderíamos fazer sugestões, e eu tenho algumas. Vc tem algum e-mail em que eu possa entrar em contato ?

    Abraço.

  7. magnani says:

    Oi Tarcisio, desculpe a demora na resposta. Obrigado pelo elogio. Quanto à minha autocrítica, é a mais pura verdade. A universidade, por ser um ambiente bastante democrático, é responsabilidade de todos. Um abraço.

  8. magnani says:

    Oi Edi, vou mandar um e.mail para você, daí conversamos por lá. Abraço.

  9. Tiago M. says:

    Olá professor, escritor, motoqueiro…

    Faz um tempo que não entrava mais no site, tem bastante coisa nova. Vou baixar e ler o primeiro volume e, de antemão, um pitaco de um desconhecido: que tal o segundo volume ser algo do tipo ” Uma Visão Poético-Pessoal” ou algo assim? Desculpa o pitaco, estou divagando aqui.
    Um abraço.

  10. magnani says:

    Oi Tiago, tudo bom? Por um lado é uma boa ideia, mas por outro não há um bom poeta à altura. hahaha.

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