Maragogi-AL (II)

27.04.2009

Neste último fim de semana fomos até Maragogi-AL para a Gabriela mergulhar com cilindro nos corais. Era um sonho dela e acho que valeu a pena. Dava para ver nos seus olhos a alegria. A Renata, já no final da gravidez, não quis se arriscar no barco, mas depois fizemos um bom almoço. Chegamos no sábado à tarde e voltamos no domingo. À noite, para refrescar, uma bela chuva.

Segue um texto que tirei do Blog da Gabi Magnani (gabimagnani.blogspot.com):  “Meu presente de aniversário. Fui em Maragogi (Alagoas), voltei agora. Tempos e tempos no carro, mas valeu a pena. Conheci um cara muito feliz lá, o nome dele era Claudemir, hahaha. Uma felicidade só. Ele sorria até no sol de duas da tarde. Enfim, era o guia turístico. Fiquei em uma pousada muito boa, com piscina, cama pulativa, edredon fofinho, essas coisas. A única coisa ruim que tem em praia, são os restaurantes. Essa gente acha que todo mundo gosta de peixe. Eu ia olhar pra garçonete e perguntar onde fica o Mc mais próximo. Não fiz isso. Mas tenho certeza que ela ia falar: “é pertinho moça, é só a sete horas daqui!” Saí pra comprar sorvete e só voltei para o quarto de umas dez da noite, ontem. Mas o mergulho mesmo foi hoje de manhã. Sofri pra acordar. Comi bem pouquinho e fui. Adivinha? Como sempre, algo aconteceu. Chegou um país inteiro de adolescentes – nenhum interessante, pra variar – na aula de biologia. Excursão. Estranhei. Os garotos lá eram do primeiro ano, e estavam em silêncio. Silêncio. Jurooooo. Se fossem meus amigos, já tinham se jogado no mar e roubado um golfinho, com funk ao fundo, óbvio. Como eu não era da tal escola, fui a primeira a mergulhar. Não podia me mexer. Gente, eu admito que sempre fui uó com coisas do mar. Tudo me assusta. Se eu entrar numa piscina eu logo pergunto se tem siri (ou é caranguejo, o que vive na água?) ou água-viva. Mas foi muito lindo mesmo assim. O melhor uso do dinheiro que eu já fiz na minha vida. Achei que ia morrer asfixiada com o cilíndro, mas é uma delícia respirar com aquilo. Até entrava um pouquinho de água na máscara, mas nada que me fizesse parar para ajeitar. No começo, eu fiquei com um pouco de medo daqueles peixes que tem olhos do tamanho do mundo, vai que eles me engolem, sei lá. E o homem também me avisou para ficar com os braços cruzados para não me cortar com os corais e nem com os ouriços. Era tudo tão colorido. Vou ser franca, achei que aquela cor toda era photoshop. E que emoção, Essa aí da foto sou eu. Toda boba, coitada. Mas valeu muito a pena. Estou pensando em ser mergulhadora profissional, olha! hahaha. Até fiz um novo marcador, “Passeios”, lá que eu vou colocar todos os relatos sobre os mergulhos, bungee jumps, saltos de pára-quedas, e coisas do gênero, que eu resolvi que vou fazer sempre de agora em diante – e a coragem continua sendo só na hora de escrever. Agora eu vou passar alguma coisa na minha bochecha, que está ardendo demais, e toda rosada. Blush natural. Que gatinha heim?”

Vamos às fotos.

Gabriela e Fábio no catamarã que nos levou até as galés.

Gabriela mergulhando.

Renata descansando no hotel.

Chuva.

Gabriela, Fábio, Renata (e Dante).