Caruaru-PE
02.10.2007
Neste final de semana fomos até o 7o Caruaru Motofesta. Encontramos o Adelson, Ana, Manuel e Catarina de Penedo-AL; e o Fred, Lídia e Patury de Maceió-AL. Olha o filminho aí:
O encontro foi muito legal. Conhecemos toda uma turma de Maceió, amigos do Fred. De figurinhas aqui do FOL estavam: Fábio, Renata, Adelson, Ana, Fred, Lídia, Manuel, Catarina, Patury, Claudino e Francisca.
Vamos às fotos:
Fábio (estreando a jaqueta nova, hehehe) e Renata saindo de casa:


Essa aí é a turma de Jardim Ipiranga, bairro de Vitória-PE, que ajudou a gente a achar um borracharia e a trocar o pneu. A Márcia, em uma Titã, quando viu que estávamos parados no acostamento, parou, indicou um borracheiro perto da casa dela e deu carona para a Renata. Depois ficou esperando a câmara chegar de Vitória (demorou umas 2 horas). Não contente com isso, foi até a estrada ficar esperando o motoqueiro que vinha trazer a câmara. É de gente assim que se faz o motociclismo de verdade, não importa a moto.

Já no Alto do Moura, em Caruaru-PE, conhecemos a galera de Maceió, amigos do Fred. Esse Alto do Moura é um bairro onde se encontram os restaurantes com comida típica (mais de 20) e os ateliê dos artesãos.


Aqui já estamos no 7o Caruaru Motofesta:
Fábio, Renata, Ana, Adelson, Catarina, Manuel e Varadeiro

Fábio e Renata:
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Só as mulheres: Ana, Catarina e Renata:

Adelson e Ana:

Fred e Lídia:

Fred e Lídia se casando:

Adelson e Ana se casando também:

Um mundão de gente:

Aqui estávamos no Polo Comercial de Caruaru. O Claudino e a Francisca já tinham chegado, e com a camisa do FOL. Onde estão as mulheres? Onde está o Manuel?

Na despedida:

Na Encruzilhada de São João – PE (matando um bode no rolete). Claudino, Francisca, Renata e Fábio:
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Claudino e Francisca em sua Falcon laranja:

Pertinho de Recife…

Valeu pessoal, agora é só esperar a outra.
PS-> O Patury estava lá sim, mas sumiu antes de tirarmos fótias…
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Avaliações de equipamentos:
Jaqueta: 10 – conforto, proteção, visual.
Pneu SIRAC: 10 – mesmo com a câmara estourada, a moto não caiu mesmo a 110 km/h.
Câmara Levorin: 0 - simplesmente rasgou (não havia nenhum prego, o bico não soltou).
Alforges: 08 – impermeáveis, não atrapalham a garupa, não balançam. Mas, aumentam o arrasto aerodinâmico.
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Deixa eu contar a estória:
Na quinta-feira fui lá trocar o pneu na Irmãos Cruz, aqui em Recife. Tirei o original com 15.000km e coloquei um Sirac. Na hora de colocar a câmara, eles não tinham Pirelli.
O vendedor então falou
- “Magnani, pode colocar essa Levorin que eu garanto!”.
Daí eu respondi na lata:
- “Cara, eu vou lá para o sertão, se essa Levorin furar, você vai lá me buscar”.
Donde o vendedor respondeu, meio rindo, meio brincando:
- “Se você conseguir sinal no celular, pode ligar”.
Mas, ele mal sabia o que lhe estava destinado.
Três dias depois fui para a estrada e, como vocês viram acima, a câmara rasgou, explodiu.
Liguei para o seguro, pedindo assistência. O cara do seguro respondeu:
- “Meu senhor, a assistência vale só para carro. Em caso de moto, só removemos em caso de sinistro”.
(deu vontade de jogar a moto barranco abaixo e ligar para o seguro de novo…kkkkkk).
Para quem liguei, então? Para o vendedor que tinha dado a palavra que iria me buscar se a câmara Levorin furasse. Sabe o que o cara fez? Sabe?
Resposta: mandou entregar uma câmara Pirelli lá na borracharia onde eu estava, no Jardim Ipiranga, humilde bairro de Vitória do Santa Antão-PE.
Taí um cara de palavra. Pode não entender de câmara, mas tem palavra! ![]()
Hoje de manhã voltei na loja. Fiz questão de pagar R$ 8,00 de diferença entre a câmara Pirelli e a Levorin. O balanceamento saiu por conta do embroglio.
Tudo isso sem contar a ajuda da motociclista Márcia, de Vitória, que nos levou até a borracharia, foi buscar a câmara na BR e ficou nos fazendo companhia o tempo todo.
O pessoal da Levorin quase matou a gente. O pessoal da Sulamérica nos deixou na mão. Mas, o vendedor da loja (Deividson) e a Márcia de Vitória mais do que compensaram.
No final, com a ajuda das pessoas, desde que as grandes empresas não atrapalhem demais, tudo se arrezorve! 
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Sobre a Márcia, de Vitória do Santo Antão-PE:
Estávamos parados no acostamento. Literalmente segurando a moto para não cair no vácuo dos caminhões. Ligando para a loja. Brigando com a seguradora. Tudo isso enquanto a Márcia esperava calmamente que aceitássemos o convite dela até a borracharia.
A Márcia, em uma Titã, quando viu que estávamos parados no acostamento, parou, indicou um borracheiro perto da casa dela e deu carona para a Renata. Depois ficou esperando a câmara chegar de Vitória (demorou umas 2 horas). Não contente com isso, foi até a estrada ficar esperando o motoqueiro que vinha trazer a câmara. É de gente assim que se faz o motociclismo de verdade, não importa a moto.
Sabe o que me lembrei ali na hora? Exatamente o que o Rad me falou quando comíamos camarão: “Fábio, se alguém te oferecer ajuda na estrada, se alguém quiser te chamar para mostrar alguma coisa ali do lado, pode ir sem medo”. Acho que o que buscamos na estrada é exatamente isso: encontrar a liberdade e um restinho que seja de humanidade.





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